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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Vigília.

Dormir para mim sempre foi o melhor remédio, muito melhor do que qualquer antigripal, relaxante muscular ou antitérmico. Como diz a minha avó: ‘dorme que passa’. E não é que passa mesmo.


Mas o problema é: quando não se dorme? Quando há sono, cansaço,  preguiça, quando estou  atordoada,  exausta, mesmo assim não consigo dormir.

Sou daquelas pessoas que não precisam ficar horas na cama para conseguir pegar o primeiro embalo para dormir. Tenho habilidade de dormir em 30 segundos, fácil. Continuo assim, para o sono ligeiro, é rapidinho, mas agora para passar para o sono profundo, as coisas complicam.

Eu desperto, depois de poucas horas que foi dormir, fico em alerta. A partir daí o que mais faço: é pensar que preciso dormir e não consigo. Assim as horas vão passando e parece uma infinidade até a hora que o relógio desperta e começa mais uma rotina diária.


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Lendo O Teorema Katherine, de John Green. 

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